Integrante da gangue que explode caixas eletrônicos e carros fortes morre com um tiro de fuzil calibre 5.56 no nariz e com um tiro de pistola calibre .40 no peito ao enfrentar policiais militares

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Wellinton Aparecido Marinho da Silva, de 37 anos, morreu baleado ao enfrentar, com tiros de pistola semiautomática de calibre 9 milímetros, uma equipe de Força Tática da Polícia Militar que havia cercado sua casa no Jardim Nova Alvorada, em Monte Mór, município da Região Metropolitana de Campinas.

De acordo com a PM, ele fez três disparos que acertaram um escudo à prova de balas usado por um dos policiais que participa de uma operação planejada a partir da informação que na casa de número 76 da Rua Quatro estava escondido “um indivíduo envolvido em roubos de caixas eletrônicos  e carros fortes transportadores de valores”.

Segundo a versão oficial do 48º Batalhão de Polícia Militar do Interior, foram para o local 12 policiais divididos em três equipes de quatro homens, chamadas de “células” operacionais.

A PM informou que “ao adentrar a residência a equipe da primeira célula foi recebida a tiros; feito o revide da injusta agressão, o indivíduo foi atingido por dos disparos, sendo um de fuzil 556 e outro de pistola .40, não resistindo aos ferimentos e vindo a óbito no local”. Os tiros disparados pelos policiais acertaram o nariz e o peito.

Os policiais fizeram uma “varredura na casa” e encontraram a pistola de calibre nove milímetros “modelo Jericho, de fabricação Israelense”, além de um fuzil sem marca aparente, semelhante a um de calibre AK 7.62, bem como 34 munições, um colete à prova de balas, luvas táticas além de uma “pedra” de crack com peso de 900 gramas e 500 gramas de cocaína já pronta para a venda. Também foram apreendidos R$ 1.300,00 em dinheiro.

Wellinton integrava a chamada “linha de frente” da quadrilha, ou seja, ele era responsável em dar cobertura aos outros integrantes durante as ações de explosões de caixas eletrônicos e de ataques a carros forte. Ele ficava sempre com um fuzil, uma pistola e um colete a prova de balas durante os roubos.

Na casa, os policiais ainda encontraram uma cédula de identidade emitida no Estado de Santa Catarina com a fotografia de Welliton e com o nome de Thiago Jorge Soares. E, também um Título de eleitor com esse nome.

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