ESPECIAL: entrevista feita há 32 anos com o, então, maior assaltante de bancos e joalherias do país

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Ouça trechos da entrevista concedida a jornalistas – entre eles este repórter – nas dependências do Deic (Departamento Estadual de investigações Criminais), na Capital paulista, em 4 de março de 1986 com Luiz Carlos do Valle foi um dos principais ladrões em atividade nos anos 70 e 80.

Ele tinha sido preso em Goiânia, onde usava nome falso.

Porém, era de Campinas, onde começou no crime aos 12 anos.

Liderou uma quadrilha de assaltantes que agia principalmente na região de Campinas.



Ouça a primeira parte da entrevista

Mas, agiu em outros Estados e refugiou-se, por algumas vezes, no Paraguai.

Ganhou fama como assaltante, mas, também, como especialista em fugas de presídios.

Por isso, passou a ser titulado como “rei das fugas”.

Assaltou o Banco Nacional, na Avenida Julio de Mesquita, no Cambuí, onde levou 1 bilhão de cruzeiros – o maior valor roubado no país.

Ouça a segunda parte da entrevista



Roubou bancos na Prefeitura e no Taquaral, em Campinas. Em Sumaré (uma das agências era em Hortolândia, então, distrito), em Piracicaba, em Santos, em Sorocaba, em Atibaia.

Fugiu em 1976 do “Cadeião” de Campinas, no bairro São Bernardo, por um buraco na parede.

Ouça a terceira parte da entrevista

Fugiu duas vezes da Penitenciária do Estado: em uma delas trocou de roupas com o irmão durante uma visita e saiu pela porta da frente e em outra oportunidade escapou por um túnel.

Integrou a Comissão de Solidariedade quando estava preso – um movimento que reivindicava tratamento “humanizado” aos detentos.



Ouça a quarta parte da entrevista

Há informações que já deixou o sistema prisional e que estaria, aos 63 anos, residindo, de novo, em Campinas.

Nesses trechos da entrevista estão vozes do repórter policial Vanderlei Doná (já falecido), então na Rádio Cultura; de Pedro Paulo Gonçalves, o Pêpa, que era repórter do Diário do Povo (hoje mora em Camboriú-SC); de José Carlos Tavares (atualmente assessor parlamentar), mas, na época repórter do Correio Popular; de Renato Lombardi, então repórter do jornal Estadão (atualmente comentarista do Balanço Geral de São Paulo); de João Bussab, da Folha da Tarde e da Folha de São Paulo (atualmente aposentado), e, deste repórter, que, naquela época, estava no jornal O Liberal, de Americana, e na Rádio Nova Sumaré.

Ouça a quinta parte da entrevista

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Ouça a sexta parte da entrevista

Ouça a última parte da entrevista

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